20 de janeiro de 2016

Eletroencefalograma

Hoje levei a Jaqueline pra fazer um exame de Eletroencfalograma particular. A neurologista dela pediu porque mesmo tomando medicação para a epilepsia algumas vezes ela acorda tendo e a dúvida é se ela tinha dormindo.

Quando ela vai no hospital onde faz os acompanhamentos e exames dela, normalmente os médicos são frios, eles cumprimentam, fazem e pronto.
Fora o exame de sangue (esse ela só chora na hora que chamam pra coleta) os outros ela não reclama.
Daí eu percebi que essa coisa de ser muito carinhosa com ela não cola. Quanto mais ficar conversando com ela, ela não gosta. A não ser eu com ela no dia a dia ou as pessoas da família. 

Eu a trato conforme a idade dela, e é claro trato com alguns denguinhos as vezes, mas jamais ser tratada como boba, e quem fizer isso , ela chora mesmo e não gosta.
Algumas pessoas tentam agradar e informo que se ficar falando: Não fica com medo, não chora, só reforça ainda  mais. Ela não foi sedada porque colabora mas mexia as mãos brincando deixando na lateral do corpo e mexia os olhos.

Ela sempre teve uma personalidade forte. Sempre um padrão de comportamento diferente do qual tem em casa. Quando menor a socialização era difícil, hoje melhorou tudo, porém respeito o jeito dela. Por mais que eu explique para onde ela vai e ela reconheça e saiba, fica sempre aquela insegurança de não saber o que vai acontecer.A parte comportamental sempre tem uma razão de ser. Por mais que algumas coisas atenuem elas continuam presentes em menor intensidade. Ela expressa seus medos, inseguranças de alguma maneira. 

Acredito que independente de qualquer coisa a diferença é como olhamos para as nossas filhas e qual a maneira que dá certo.  
O exame deu certo, e dia 04 ela terá a consulta com a médica que atende na escola.


Até breve!

Adriana

8 de janeiro de 2016

Angiotomografia Abdome com anestesia

Hoje seria um dia normal de mais um exame. A Nefrologista pediu esse exame de ressonância porque os exames que ela fez de ultrassom não tinham uma imagem que desse para visualizar essa parte que tanto queriam. Isso porque querem investigar se é alguma alteração na artéria renal que explique a hipertensão, e devido a Síndrome todas as hipóteses são estudadas, e  a consulta é em fevereiro. Independente se há causa ou não, a pressão alta está sendo tratada e está sob controle.

A enfermeira me chamou, foram várias perguntas, assinei vários papéis sabendo que esse tipo de exame tem risco por usar contraste, ainda mais ela que tem hipertensão e alteração cardíaca.
Me pediram para aguardar, até que chegou o momento. A anestesista me fez uma porção de perguntas, me pediu o ecocardiograma último que fez e eu não o tinha em mãos. Me lembrou que sempre que tivesse algum exame mais complexo que levasse porque tudo precisa ser analisado. Eu disse que ela nunca havia feito esse exame e não me avisaram, até porque isso estaria disponível no portal onde ficam online esses resultados. 

Me explicou que ia tentar fazer o menos invasivo possível, porque a pressão dela apesar de controlada, em momentos de estresse sobe um pouco e não queria que elevasse ou descontrolasse os batimentos cardíacos.
Quando eu disse:  Ah...Ela tem uma haste na coluna! (Porque isso não me foi perguntado na triagem) a médica disse: Então esquece o exame! Não vai ser possível realizá-lo. Me explicou que ela tem uma haste na coluna inteira e o exame era uma tomografia no abdome e não daria pra ver a artéria renal que eles queriam pois ela passa exatamente na frente da haste, e que ela tem metal justamente na área que precisaria avaliar. E me fizeram uma carta explicando que não seria possível e que a Nefrologista estudasse outro tipo de exame

Parece que é uma coisa, quando esse exame foi marcado, não pediram com sedação, e tive que ir lá e pedir outra guia. Enfim, a médica que solicitou poderia ter pensado nisso né. Mas enfim, tudo é aprendizado, e vou conversar na consulta a respeito.

Adriana